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Sentimentos “bons” e “maus”

Num só dia acontecem muitas coisas, coisas positivas e coisas negativas. Se não dermos a nós mesmos a oportunidade de viver ambas, perderemos decerto algo que nos ajudará a cresce!” IP n° 8, Só por hoje

A maioria de nós parece julgar inconscientemente aquilo que acontece em cada dia nas suas vidas, como sendo bom ou mau, como sucesso ou falhanço. Temos tendência a sentirmo-nos felizes com o “bom” e zangados, frustrados ou culpados, com o “mau”. No entanto, bons e maus sentimentos têm pouco a ver com o que realmente é bom ou mau para nós. Podemos aprender mais com os nossos falhanços do que com os nossos sucessos, principalmente se o falhanço advier de um risco que tomamos. Quando associamos julgamentos de valor às nossas reações emocionais ficamos presos às nossas velhas maneiras de pensar. Podemos mudar o modo de pensar sobre os incidentes do dia-a-dia, vendo-os como oportunidades para crescer, e não como bons ou maus. Podemos procurar lições em vez de atribuir rótulos de valor. Quando fazemos isso, aprendemos algo em cada dia. O nosso Décimo Passo diário é um excelente instrumento para avaliar os acontecimentos do dia e aprender tanto com os sucessos como com os erros.
Só por hoje: É-me dada uma oportunidade de aplicar os princípios de recuperação para que eu aprenda e cresça. Quando aprendo com os acontecimentos da vida, sou bem sucedido.
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Sintomas de um despertar espiritual

“Os passos conduzem a um despertar de uma natureza espiritual. Este despertar é demonstrado através das mudanças nas nossas vidas.” Texto Básico, p. 56

Sabemos reconhecer a doença da adicção. Os seus sintomas são incontestáveis, para além de um apetite descontrolado por drogas, temos comportamentos doentios egocêntricos e egoístas. Quando a nossa adicção ativa se encontrava no seu auge, nós encontrávamos obviamente em grande dor, julgávamos implacavelmente nós próprios e os outros, e passávamos a maior parte do tempo preocupados ou a tentar controlar os resultados. Assim como a doença da adicção é evidenciada por sintomas definidos, também o despertar espiritual se manifesta por determinados sinais óbvios num adicto em recuperação. Podemos observar uma tendência para pensar e agir espontaneamente, uma perda de interesse em julgar ou interpretar as ações de outra pessoa qualquer, uma capacidade clara de apreciar cada momento, assim como frequentes ataques de risos. Se virmos alguém a demonstrar sintomas de um despertar espiritual, deveremos estar avisados de que esses despertares são contagiosos. O nosso melhor curso de ação é aproximarmos dessas pessoas. Quando começarmos a ter frequentes e enormes episódios de gratidão, uma receptividade crescente ao amor dado pelos nossos companheiros adictos, e uma vontade descontrolada de retribuir esse amor, vamos compreender que, também nós, tivemos um despertar espiritual.
Só por hoje: O meu desejo mais forte é ter um despertar espiritual. Vou estar atento aos seus sintomas e alegrar-me quando os descobrir.
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Erros

“Insanidade é repetir os mesmos erros à espera de resultados diferentes.” Texto Básico, p. 27

Erros! Todos sabemos o que sentimos quando os cometemos. Muitos de nós sentem-se aterrorizados ao olhar para sí próprios, ao sondar o seu interior. Muitas vezes olhamos para os nossos erros com vergonha e culpa – no mínimo com frustração e impaciência. Temos tendência para ver os erros como evidência de que continuamos doentes, doidos, estúpidos, ou demasiado danificados para recuperar. Na verdade, os erros são uma parte vital e importante do ser humano. Para pessoas particularmente teimosas (como os adictos), os erros são o nosso melhor mestre. Não há que ter vergonha de errar. De fato, cometer novos erros mostra por vezes a nossa vontade de arriscar e crescer. No entanto, é importante que aprendamos com os nossos erros; repetir os mesmos pode ser um sinal de que estamos atolados. E esperar resultados diferentes dos mesmos velhos erros – bom, isso é aquilo a que chamamos “insanidade”. Simplesmente não resulta.

Só por hoje: Os erros não são tragédias. Mas por favor, meu Poder Superior, ajuda-me a aprender com eles!

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Seguir em frente neste caminho

“A progressão da recuperação é uma caminhada contínua e a subir.” Texto Básico, p. 93

Quanto mais tempo estamos limpos, mais íngreme e estreito parece tornar-se o nosso caminho. Mas Deus não nos dá mais do que aquilo que podemos aguentar. Não importa quão difícil a estrada se torne, não importa quão estreita ela seja, ou quão tortuosas sejam as suas curvas, existe esperança. Esta esperança repousa na nossa progressão espiritual. Se continuarmos a ir a reuniões e nos mantivermos limpos, a vida torna-se… bom, diferente. A procura contínua de respostas para os altos e baixos da vida pode levar-nos a questionar todos os aspectos das nossas vidas. A vida nem sempre é agradável. É aí que devemos voltar-nos ainda com mais fé para o nosso Poder Superior. Por vezes tudo aquilo que podemos fazer é nos segurar bem, acreditando que as coisas irão melhorar. Com o tempo, a nossa fé irá nos ajudar a compreender. Começaremos a ver o “contexto mais vasto” das nossas vidas. À medida que a relação com o nosso Poder Superior se revela e se aprofunda, a aceitação torna-se quase natural. Não importa aquilo que aconteça ao caminharmos em recuperação, confiamos na nossa fé num Poder Superior amantíssimo e seguimos em frente.
Só por hoje: Aceito que não tenho todas as respostas para as questões da vida. Apesar disso, vou ter fé no Deus da minha concepção e continuar no caminho da recuperação.
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Equilibrar a Balança

“Muitas das nossas principais preocupações e dificuldades advêm da nossa inexperiência em viver sem drogas. Por vezes, quando pedimos conselhos a alguém que esteja há mais tempo no programa, ficamos surpreendidos com a simplicidade da sua resposta.” Texto Básico, p. 49
Encontrar equilíbrio em recuperação é um pouco como nos sentarmos com uma balança e um monte de areia. O objetivo é ter uma quantidade igual de areia em cada prato, conseguindo um equilíbrio de peso. Fazemos o mesmo em recuperação. Sentamo-nos com os alicerces do nosso tempo limpo e os Doze Passos, e depois tentamos acrescentar um emprego, as responsabilidades de manter uma casa, amigos, afilhados, relações, reuniões e serviço em quantidades iguais para que os pratos da balança se equilibrem. A nossa primeira tentativa poderá desequilibrar a nossa balança pessoal. Podemos descobrir que, devido ao nosso demasiado envolvimento em serviço, irritamos o nosso patrão ou a nossa família, mas quando tentamos corrigir este problema abandonando completamente o serviço em NA, desequilibramos o outro prato da balança. Podemos pedir ajuda a membros que estabilizaram a sua balança. Essas pessoas são fáceis de reconhecer. Parecem-nos serenas, comedidas e confiantes. Irão sorrir ao reconhecerem o nosso dilema e irão partilhar a forma como elas próprias conseguiram acalmar, juntando apenas uns poucos grãos de areia de cada vez, em cada prato da balança, sendo assim recompensadas com equilíbrio em recuperação.

Só por hoje: Procuro equilíbrio na minha vida. Hoje vou pedir a outros que partilhem a sua experiência na procura desse equilíbrio.

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Prontos para Aprender

“Aprendemos que não há mal em não se saber todas as respostas, pois assim podemos ser ensinados e aprender a viver a nossa nova vida com sucesso.” Texto Básico, p. 107

De certo modo, a adicção é um grande mestre. E se a adicção não nos ensina mais nada, ensina-nos, pelo menos, a humildade. Ouvimos dizer que foram precisas as nossas melhores ideias para chegarmos a NA. Agora que estamos aqui, estamos para aprender. A Irmandade de NA constitui um ótimo ambiente de aprendizagem para um adicto em recuperação. Não nos fazem sentir estúpidos nas reuniões. Em vez disso, encontramos outros que estiveram exatamente onde nós estivemos e que encontraram uma saída. Tudo o que precisamos de fazer é admitir que não temos todas as respostas, e depois ouvir os outros partilharem aquilo que resultou para eles. Como adictos em recuperação e como seres humanos, temos muito que aprender. Outros adictos – e outros seres humanos – têm muito para nos ensinar sobre aquilo que resulta e aquilo que não resulta. Enquanto nos mantivermos prontos para aprender, podemos tomar partido da experiência dos outros.

Só por hoje: Vou admitir que não tenho todas as respostas. Vou olhar e procurar escutar na experiência dos outros as respostas de que preciso.

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Transformar a agitação em paz

“Com o mundo numa tal confusão, sinto que fui abençoado por estar onde estou.” II Basic Text, p. 155

Há dias em que não compensa ouvirmos as notícias, por serem tantas as histórias de violência e destruição. Quando usávamos, muitos de nós cresceram habituados à violência. Tapados pelo nevoeiro da nossa adicção, raramente ficávamos perturbados com o estado do mundo, no entanto, quando estamos limpos, muitos de nós descobrem que são particularmente sensíveis ao mundo que os rodeia. Como pessoas em recuperação, o que é que podemos fazer então para torná-lo um sítio melhor? Um Quando nos sentimos perturbados pela agitação do nosso mundo, podemos encontrar conforto na prece e na meditação. Quando tudo parece virado ao contrário, o contato com o nosso Poder Superior pode acalmar-nos no meio de qualquer tempestade. Quando estamos centrados no nosso caminho espiritual, podemos reagir aos nossos medos com paz. E ao vivermos, nós próprios, em paz, convidamos um espírito de paz a entrar no nosso mundo. Como pessoas em recuperação, podemos provocar mudanças positivas, fazendo o nosso melhor para praticar os princípios do nosso programa.

Só por hoje: Vou aumentar a paz no mundo, ao viver, falar e agir de forma pacífica na minha própria vida.

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Já estamos a nos divertir?

“Com o tempo, conseguimos acalmar-nos e apreciar a atmosfera de recuperação.” Texto Básico, p. 63

Imaginem o que aconteceria se um recém-chegado entrasse numa das nossas reuniões e desse de caras com um grupo de pessoas tristonhas agarradas em desespero às suas cadeiras. Esse recém-chegado iria certamente assustar-se, balbuciando, “E eu que julgava que talvez pudesse largar as drogas e ser feliz.” Graças a Deus, os nossos recém-chegados costumam dar de caras com um grupo de pessoas amigas e sorridentes, relativamente satisfeitas com as vidas que encontraram em Narcóticos Anônimos. Que grande dose de esperança que isso oferece! Um recém-chegado, cuja vida tem sido demasiado séria, é fortemente atraído por uma atmosfera de riso e de descontração. Quando se vem de um lugar onde tudo é levado a sério, onde o desastre nos aguarda a cada esquina, é um alívio bem-vindo entrar numa sala e encontrar pessoas que não costumam levar-se muito a sério, prontas para algo de maravilhoso. Aprendemos a levar as coisas menos a sério. Rimo-nos do absurdo da nossa adicção. As nossas reuniões – essas salas cheias dos sons vivos e felizes de café a ser feito, de cadeiras a serem arrumadas, do riso de adictos – são os locais onde primeiro recebemos os nossos recém-chegados e lhes mostramos que, sim, agora estamos a divertir-nos.

Só por hoje: Posso rir de mim próprio. Consigo aceitar uma piada. Vou levar as coisas menos a sério e divertir-me hoje.

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O que for nescessário

“…eu estava disposto a fazer o que fosse preciso para me manter limpo.” II Basic Text, p. 217

“O que for necessário?” perguntam os recém-chegados. “0 que é que querem dizer com o que for necessário?” Poderemos encontrar uma resposta olhando para trás, para a nossa adicção ativa, para as coisas que estávamos dispostos a fazer para arranjar drogas. Estávamos dispostos a andar quilômetros para arranjar droga? Sim, geralmente estávamos. Então fará sentido que, se estivermos tão preocupados em manter-nos limpos como estávamos em usar, faremos o que for necessário para conseguirmos ir a uma reunião. Na nossa adicção ativa, não costumávamos fazer loucuras, coisas insanas, ou usar substâncias desconhecidas guiados por outros? Então porque é que nos é tão difícil aceitar sugestões em recuperação, especialmente quando a sugestão se destina a ajudar-nos a crescer? E quando usávamos, não costumávamos, em desespero, virar-nos para o nosso Poder Superior, dizendo, “Por favor, livra-me desta!” Então porque é que nos é tão difícil pedir ajuda a Deus na nossa recuperação? Quando usávamos, costumávamos ter a mente aberta quando se tratava de encontrar maneiras e formas de arranjar mais drogas. Se pudermos aplicar este mesmo princípio de mente aberta à nossa recuperação, poderemos ficar surpreendidos com a facilidade com que começamos a entender o programa de NA. Nos nossos melhores pensamentos, é costume dizer-se, levaram-nos às salas de Narcóticos Anônimos. Se estivermos dispostos a fazer o que for necessário, seguir sugestões e manter a mente aberta, podemos continuar limpos.
Só por hoje: Estou disposto a fazer o que for necessário para me manter limpo. Ficarei tão de mente aberta e pronto a seguir sugestões quanto for necessário.
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E o Recém-chegado?

“Cada grupo é animado de um único propósito primordial – o de transmitir a mensagem ao adicto que ainda sofre.” Quinta Tradição

O nosso grupo-base é muito importante para nós. Onde é que estaríamos, afinal, sem a nossa reunião favorita de NA? O nosso grupo por vezes organiza piqueniques ou outras atividades. Por vezes, os membros de um grupo-base juntam-se para ir ao cinema ou à praia. Todos nós já fizemos boas amizades através do nosso grupo-base, e não iríamos trocar esse calor por nada deste mundo. Mas por vezes precisamos de inventariar aquilo que o nosso grupo está a fazer para cumprir o seu propósito primordial – transmitir a mensagem ao adicto que ainda sofre. Por vezes quando vamos às nossas reuniões conhecemos quase toda a gente e deixamo-nos embrenhar pela conversa e pela risota. Mas, e o recém-chegado? Temo-nos lembrado de ir ao encontro dos novos que poderão estar sentados sozinhos, assustados? Lembramo-nos de acolher aqueles que visitam o nosso grupo? O amor encontrado nas salas de Narcóticos Anónimos ajuda-nos a recuperar da adicção. Mas, uma vez limpos, devemos lembrar-nos de dar aos outros aquilo que nos foi dado tão livremente. Precisamos de ir ao encontro do adicto que ainda sofre. Afinal de contas, “o recém-chegado é a pessoa mais importante em qualquer reunião”.
Só por hoje: Sinto-me grato pelo calor humano que encontrei no meu grupo-base. Vou ao encontro do adicto que ainda sofre, dando desse mesmo calor a outros.
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