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Proteger a nossa recuperação

“Lembra-te de que somos nós… os responsáveis últimos pela nossa recuperação e pelas nossas decisões.” Texto Básico, p. 114

A maioria de nós será confrontada com escolhas que desafiam a nossa recuperação. Se, por exemplo, estivermos a atravessar uma dor física extrema, teremos de decidir se iremos ou não tomar medicação. Teremos de ser muito honesto conosco quanto ao grau da nossa dor, honestos com o médico quanto à nossa adicção e à nossa recuperação, e honestos com o nosso padrinho ou madrinha. Contudo, a decisão final é nossa, pois somos nós quem terá de viver com as consequências. Um outro desafio comum é a escolha de se ir a uma festa onde seja servido álcool. Mais uma vez deveremos considerar o nosso estado espiritual. Se alguém que apoia a nossa recuperação puder ir conosco, tanto melhor. Mas se não nos sentirmos com forças para enfrentar esse desafio, talvez devamos declinar o convite. Hoje sabemos que preservar a nossa recuperação é mais importante do que salvar a face. Todos estes tipos de decisões são difíceis, exigindo não só a nossa cuidadosa consideração, como também a orientação do nosso padrinho ou madrinha e uma rendição completa a um Poder Superior. Ao utilizarmos todos estes recursos, tomamos a melhor decisão que pudemos. Todavia, a decisão final é nossa. Hoje somos responsáveis pela nossa própria recuperação.
Só por hoje: Quando for confrontado com uma decisão que possa desafiar a minha recuperação, vou consultar todos os recursos ao meu dispor antes de fazer uma escolha.
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Cada um à sua maneira

“A noção de um despertar espiritual toma formas diferentes em cada pessoa diferente que encontramos na irmandade.” Texto Básico, p. 57

Embora todos nós trabalhemos os mesmos passos, cada um de nós experimenta à sua maneira o despertar espiritual que deles resulta. A forma que esse despertar espiritual assume nas nossas vidas vai variar, dependendo de quem somos. Para alguns de nós, o despertar espiritual prometido no 12º Passo vai resultar num interesse renovado por religião ou misticismo. Outros irão despertar para uma compreensão das vidas daqueles à sua volta, sentindo empatia talvez pela primeira vez. Ainda outros irão ver que os passos despertaram-nos para os seus próprios princípios morais ou éticos. A maioria de nós experimenta o despertar espiritual como uma combinação de todas estas coisas, cada combinação tão única quanto o indivíduo que a sente. Se existem tantas variedades diferentes de despertares espirituais, como é que iremos saber se de facto tivemos um? O 12º Passo dá-nos dois sinais: encontramos princípios capazes de nos orientar bem, o tipo de princípios que queremos praticar em todas as nossas atividades. E começamos a preocupar-nos o suficiente com outros adictos para partilharmos livremente com eles a experiência que tivemos. Sejam quais forem os pormenores do nosso despertar, é nos dado a todos a orientação e o amor de que precisamos para viver vidas preenchidas e espiritualmente orientadas.
Só por hoje: Seja qual for a sua forma particular, o meu despertar espiritual tem-me ajudado a preencher o meu lugar no mundo com vida e amor. Sinto-me grato por isso.
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Atração

“A nossa imagem pública consiste naquilo que temos para dar: um modo bem sucedido e provado, de viver uma vida sem drogas.” Texto Básico, p. 85

Sim, estamos a atrair novos membros. Há cada vez mais adictos a encontrarem Narcóticos Anônimos. Mas como é que tratamos os nossos membros mais novos quando eles chegam, fatigados de tentarem combater a adicção? Vamos ter com os recém-chegados que ficam sozinhos no final das reuniões, confusos e indecisos? Estamos dispostos a dar-lhes uma boleia para as reuniões? Sentamo-nos a falar com o adicto que ainda sofre? Damos o nosso número de telefone a outros? Estamos prontos a aceder a uma chamada de 12º Passo, mesmo que isso signifique levantarmo-nos do conforto das nossas camas a meio da noite? Estaremos dispostos a trabalhar com alguém que tenha uma orientação sexual diferente da nossa, ou que seja de uma outra cultura? Somos generosos a dar do nosso tempo? Não há dúvida de que fomos acolhidos com amor e aceitação pelos nossos companheiros adictos. O que atraiu muitos de nós a Narcóticos Anônimos foi o sentimento de que haviam finalmente encontrado um lugar a que pertenciam. Estaremos agora a dar esse mesmo sentido de pertença aos nossos membros mais novos? Nós não podemos promover Narcóticos Anônimos. Mas quando colocamos princípios em ação nas nossas vidas, atraímos novos membros ao modo de vida de NA, tal como nós próprios fomos atraídos para a recuperação.
Só por hoje: Vou acompanhar um recém-chegado. Vou recordar-me de que já fui em tempos um recém-chegado. Vou procurar atrair outros com o mesmo sentido de pertencer que eu próprio encontrei em NA.
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Amor e Adicção

“Alguns de nós começaram por ver os efeitos da adicção nas pessoas que nos eram mais próximas. Estávamos muito dependentes delas nas nossas vidas. Sentíamos raiva, frustração e dor; quando elas encontravam outros interesses, outro amigos, e outras pessoas queridas.” Texto Básico, p. 8

A adicção afetou todas as áreas das nossas vidas. Tal como andávamos à procura de uma droga que remediasse tudo, assim também procuramos pessoas que nos pusessem bem. Fazíamos exigências impossíveis, afastando todos aqueles que tivessem alguma coisa de valor para nos dar. As únicas pessoas que por vezes nos restavam eram aquelas que eram, também, demasiado carentes para serem capazes de nos confrontar com as nossas expectativas irrealistas. Não admira assim que tivéssemos sido incapazes de estabelecer e manter relações íntimas saudáveis ao longo da nossa adicção. Hoje, em recuperação, deixamos de esperar que as drogas nos remediassem. Se ainda esperamos que as outras pessoas nos ponham bem, talvez seja tempo de alargarmos o nosso programa de recuperação às nossas relações. Começamos por admitir que temos um problema – não fazemos a menor ideia do que sejam relações íntimas saudáveis. Procuramos membros que tenham tido problemas semelhantes e que encontraram uma solução. Falamos com eles e ouvimos o que eles partilham sobre este aspecto da sua recuperação. Aplicamos o programa a todas as áreas das nossas vidas, procurando nas nossas relações o mesmo tipo de liberdade que encontramos na nossa recuperação.

Só por hoje: Está ao meu alcance construir relações baseadas em amor. Hoje vou examinar os efeitos da adicção nas minhas relações a fim de poder começar a procurar recuperar.

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Interiores e Exteriores

“O nosso verdadeiro valor está em sermos nós próprios.” Texto Básico, pp. 116-117

Ao trabalharmos os passos somos lançados na descoberta de algumas verdades básicas sobre nós mesmos. O processo de abrir os nossos segredos e de os expor, e de procurar o nosso carácter, revela-nos a nossa verdadeira natureza. À medida que vamos tomando consciência de nós mesmos, torna-se necessário tomarmos a decisão de sermos simplesmente quem somos. Talvez queiramos dar uma olhada ao que aparentamos ser perante os nossos companheiros de NA e perante o mundo, e ver se coincide com aquilo que descobrimos dentro de nós. Será que aparentamos que nada nos chateia quando, na realidade, somos muito sensíveis? Será que escondemos as nossas inseguranças com piadas de mau gosto, ou será que partilhamos os nossos medos com alguém? Talvez queiramos dar mais uma olhada aquelas coisas que julgávamos “não ser nós”. Se calhar temos evitado ir a actividades de NA porque “não gostamos de multidões”. Ou talvez tenhamos um sonho secreto de mudar de carreira, mas não metemos ação porque o nosso sonho “não era o certo” para nós. Conforme formos ganhando uma nova compreensão de nós mesmos, vamos querer ajustar o nosso comportamento de acordo com ela. Queremos ser exemplos genuínos de quem realmente somos.

Só por hoje: Vou verificar o meu exterior para ter a certeza que coincide com o meu interior. Vou tentar agir com o crescimento que adquiri em recuperação.

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Centrados em Deus

“Gradualmente, à medida que nos centramos mais em Deus do que em nós próprios, o nosso desespero transforma-se em esperança.” Texto Básico, p. 106

Que maravilha que é ter esperança! Antes de virmos para Narcóticos Anônimos, muitos de nós viveram vidas de total falta de esperança. Acreditávamos que estávamos destinados a morrer da nossa doença. Muitos membros dizem que estiveram numa “nuvem cor-de-rosa” durante os primeiros meses no programa. Paramos de usar, fizemos alguns amigos, e a vida parece-nos promissora. As coisas correm-nos muito bem. Depois surge a realidade. A vida continua a ser a vida – não deixamos de perder empregos, não deixamos de ter problemas nas nossas relações, não deixamos de ser confrontados com a morte de amigos, não deixamos de adoecer. A abstinência não é uma garantia de que a vida nos correrá sempre como queremos. Quando a realidade da vida surge tal como é, viramo-nos para o nosso Poder Superior e lembramo-nos de que a vida acontece tal como tem que acontecer. Mas seja o que for que aconteça na nossa recuperação, não precisamos de desesperar, porque há sempre uma esperança. E essa esperança encontra-se na nossa relação com o nosso Poder Superior. Esta relação, como vem escrito no Texto Básico, desenvolve-se com o tempo: “Fomos, gradualmente, ficando mais centrados em Deus.” À medida que vamos confiando mais e mais na força do nosso Poder Superior, as lutas da vida vão deixando de nos arrastar para um mar de desespero. Ao nos focarmos mais em Deus, focamo-nos menos em nós próprios.

Só por hoje: Vou confiar no meu Poder Superior. Vou aceitar que, aconteça o que acontecer, o meu Poder Superior irá dar-me os recursos para viver com isso.

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Enfrentar Sentimentos

“Podemos recear que entrar em contato com os nossos sentimentos possa despoletar uma enorme reação de dor e de pânico.” Texto Básico, p. 35

Quando usávamos, muitos de nós não eram capazes de, ou não estavam dispostos a sentir muitas emoções. Se estávamos felizes, usávamos para ficar ainda mais felizes. Se estávamos zangados ou deprimidos, usávamos para disfarçar esses sentimentos. Ao usarmos este padrão continuamente durante a nossa adicção ativa, tornamo-nos tão confusos emocionalmente que já não tínhamos a certeza do que eram emoções normais. Depois de estarmos em recuperação há algum tempo, descobrimos que as emoções que tínhamos suprimido começaram a vir subitamente ao de cima. Descobrimos, talvez, que não sabemos como identificar os nossos sentimentos. Possivelmente aquilo que estamos a sentir como raiva será apenas frustração. Aquilo que pensamos ser uma depressão com tendências suicidas, pode ser simplesmente tristeza. É nestas alturas que precisamos de procurar o apoio do nosso padrinho ou madrinha, ou de outros membros de NA. Ir a uma reunião e falar sobre o que se está a passar nas nossas vidas pode ajudar-nos a encarar os nossos sentimentos, em vez de fugirmos deles, cheios de medo.
Só por hoje: Não vou fugir das emoções desconfortáveis que tiver. Vou apoiar-me nos meus amigos em recuperação, para me ajudarem a enfrentar as minhas emoções.
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Abordagem multidisciplinar para a reabilitação de dependentes químicos

O portal de notícias do Senado “Em Discussão”, realizou um matéria onde cita os principais fatores para a boa reabilitação de um dependente químico. Entre elas a participação da família, e mudanças de hábitos diários, como boa organização e disciplina.

É aí onde entram as Clínicas de Reabilitação e Comunidades Terapêuticas, que com a ajuda de profissionais especializados colaboram com a reabilitação dos dependentes.

Confira mais da matéria no site do Senado.gov.

http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/dependencia-quimica/tratamento-para-dependentes-quimicos/abordagem-multidisciplinar-reabilitacao-dependentes-quimicos.aspx

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