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A escola da recuperação

“Este é um programa de aprendizagem. “ Texto Básico, p. 19

Aprender em recuperação é uma tarefa difícil. As coisas que mais precisamos de saber são, muitas vezes, as mais difíceis de aprender. Estudamos recuperação para nos prepararmos para as experiências que a vida nos dá. À medida que ouvimos os outros partilharem em reuniões, tomamos mentalmente notas que nos servem mais tarde de referência. Para estarmos preparados, estudamos as nossas notas e a literatura entre cada “lição”. Tal como um aluno tem oportunidade de aplicar o seu conhecimento durante os testes, também nós temos oportunidade de aplicar a nossa recuperação durante períodos de crise. Como sempre, temos uma escolha na maneira como vamos encarar os desafios da vida. Podemos temê-los e evitá-los, como se fossem ameaças à nossa serenidade, ou podemos aceitá-los com gratidão, como oportunidades de crescimento. Através da confirmação dos princípios que aprendemos em recuperação, os desafios da vida dão-nos forças redobradas. Sem esses desafios, contudo, poderíamos esquecer aquilo que aprendemos e começar a estagnar. Estas são as oportunidades que nos estimulam para novos despertares espirituais. Vamos descobrir que existe, muitas vezes, um período de descanso após cada crise, dando-nos tempo para nos acostumarmos às nossas novas capacidades. Uma vez que tenhamos reflectido sobre a nossa experiência, somos chamados para partilhar o nosso conhecimento com alguém que esteja a estudar aquilo que acabámos de aprender. Na escola da recuperação, todos nós somos tanto professores como alunos.

Só por hoje: Vou ser um aluno de recuperação. Vou dar as boas-vindas aos desafios, confiando naquilo que aprendi e ansiar por partilhar isso com os outros.

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Uma promessa, muitas dádivas

“Narcóticos Anônimos apenas promete uma coisa, e essa é a Libertação da adicção activa…” Texto Básico, p. 118

Imaginem como seria se, quando tivéssemos chegado às portas de Narcóticos Anônimos, desesperados, querendo parar de usar drogas, encontrássemos o seguinte anúncio: “Se trabalhares os passos e não usares drogas, irás casar, ter casa e começar a andar bem vestido. Vais tornar-te um membro responsável e produtivo da sociedade e serás boa companhia para reis e presidentes. Serás rico e terás uma carreira dinâmica.” A maioria de nós, recebidos com uma promoção tão desajeitada, teria fugido na hora. Em vez de pressões e de previsões assustadoras e sem sentido, somos recebidos com uma promessa de esperança: a libertação da adicção ativa. Sentimos um alívio abençoado quando ouvimos que não temos que voltar a usar drogas outra vez. Não seremos forçados a ser seja o que for! E claro que, depois de algum tempo em recuperação, começam a acontecer coisas boas nas nossas vidas. Recebemos dádivas – dádivas espirituais, dádivas materiais, dádivas com que sempre sonhamos, mas nunca tivemos esperança de conseguir. Elas são, contudo, dádivas verdadeiras – não nos foram prometidas só porque nos tornamos membros de N.A. Tudo o que nos é prometido é a libertação da adicção – e isso é mais do que suficiente!

Só por hoje: Foi-me prometido a libertação da adicção activa. As dádivas que recebo são os benefícios de recuperação.

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Tratamento Voluntário e Involuntário

Internação Voluntária

Este tipo de internação é feita por incentivo da família ou por algum tipo de promessa material, onde, em troca do tratamento, o indivíduo em questão ganhara um carro, ou algum bem de valor, ou até mesmo uma reconciliação com parentes próximos.

Na internação voluntária, a probabilidade de dar certo é muito pequena, pois o usuário não está focado no problema que existe dentro dele e no benefício que vai obter depois que sair da clínica de recuperação.

Internação Involuntária

A internação involuntária é vista como um fato positivo. O usuário chega na clínica de surpresa, contra sua vontade, e o fato de ninguém mais acreditar em nele é notório, fazendo que o próprio comece, inconscientemente, a buscar oportunidades. Esses sim superam as estatísticas, onde, temos um índice de 70% de usuários involuntários que se limparam e hoje estão inseridos na sociedade.

 

No que se refere à internação voluntária e involuntária, há complexidade e falta da compreensão tanto da sociedade, autoridades, profissionais da área, quanto do próprio usuário.

O que temos mais entendimento em relação à internação é a compulsória, pois essa sim seria percebida a necessidade de interditar o usuário por oferecer risco a ele mesmo ou a terceiros. Vale salientar que esta internação é por ordem judicial.

Saiba mais sobre o tratamento Involuntário e Compulsório de acordo com a Lei Federal nº 10.216, de seis de abril de 2001 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10216.htm).

 

Texto: Celivaldo Guerra (Diretor)

Edição: Sthéfane Gonçalves (Assessora de Imprensa)

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Meditação do Dia – Narcóticos Anônimos

Faça Aquela Chamada

 

“Temíamos que, se alguma vez revelássemos como éramos de fato, certamente seríamos rejeitados… [Mas] nossos companheiros nos compreendem”

Precisamos de nossos companheiros de NA – sua experiência, sua amizade, seu riso, sua orientação e muito, muito mais. Mesmo assim muitos de nós hesitam em chamar nossos padrinhos ou visitar nossos amigos de NA. Não queremos nos impor a eles. Pensamos em telefonar para alguém, mas não nos sentimos merecedores de seu tempo. Tememos que, caso venham a nos conhecer – realmente nos conhecer – certamente nos rejeitarão. Esquecemos que nossos companheiros de NA são exatamente iguais a nós. Não há nada que tenhamos feito, nenhum lugar a que tenhamos ido ou sentimentos que tenhamos sentido, com que outros adictos em recuperação não sejam capazes de se identificar. Quanto mais deixarmos que os outros nos conheçam, mais iremos ouvir: “Você está no lugar certo. Você está entre amigos. Você faz parte. Bem-vindo!” Também esquecemos que, do mesmo modo que precisamos dos outros, eles precisam de nós. Não somos os únicos que queremos sentir que fazemos parte, que queremos experimentar o calor da amizade, que queremos alguém para compartilhar. Se nos isolamos de nossos companheiros, nós os privamos de algo que eles precisam, algo que só nós podemos dar a eles: nosso tempo, nossa companhia, nosso verdadeiro eu. Em Narcóticos Anônimos, adictos em recuperação se importam uns com os outros. O que esperam do outro lado do telefone não é rejeição, mas amor, calor e identificação da Irmandade de NA. Faça aquela chamada!

 

Só por hoje: Em NA, eu estou entre amigos. Entrarei em contato com os outros, dando e recebendo em irmandade.

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Meditação do dia – Narcóticos Anônimos

Gratidão

“Sou muito grato por ter passado a acreditar”

A crença em um Poder Superior pode fazer toda a diferença quando as coisas vão mal! Quando as coisas não caminham à nossa maneira, em recuperação, nosso padrinho poderá nos orientar a fazer uma “lista de gratidão”. Quando a fizermos, devemos incluir nessa lista nossa fé em um Poder maior que nós Uma das maiores dádivas que recebemos dos Doze Passos é nossa crença em um Deus de nossa própria compreensão. Os Doze Passos nos guiam gentilmente em direção a um despertar espiritual. Assim como nossa adicção progrediu, nossa vida espiritual também se desenvolve com o trabalho do Programa de Narcóticos Anônimos. Os passos são nosso caminho para um relacionamento com o Deus de nossa compreensão. Esse Poder Superior nos dá força quando nossa estrada se torna árdua. Sentimo-nos gratos pelo aprofundamento da relação com um Poder Superior? Lembramo-nos de agradecer a Deus por cada dia limpo, não importando o que tenha acontecido nesse dia? Lembramo-nos, mesmo no mais profundo desespero ou na maior alegria, que Deus de nossa compreensão está conosco? Nossa recuperação é uma dádiva. Uma dádiva que, algumas vezes, tornamos por certa, não dando importância. Cada dia em que permanecemos limpos podemos nos alegrar sob a proteção de nosso Poder Superior.

Só por hoje: Eu sou grato por meu relacionamento com o Poder Superior que cuida de mim.

 

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Meditação do Dia – Narcóticos Anônimos

Crescendo

“Nosso estado espiritual é o alicerce de uma recuperação bem sucedida, que oferece crescimento ilimitado”.

Quando nossos membros comemoram seus aniversários de recuperação, eles dizem, frequentemente, que “cresceram” em NA. Bom, pensamos então, o que isto quer dizer? Começamos a nos questionar se já somos adultos. Examinamos nossas vidas e verificamos que todas as armadilhas da vida adulta estão lá: talões de cheques, filhos, emprego, responsabilidades. No entanto, internamente, quase sempre nos sentimos como crianças. Em grande parte do tempo, a vida ainda nos deixa confusos. Nem sempre sabemos como agir. Algumas vezes, ainda nos perguntamos se somos realmente adultos, ou se somos crianças que, de alguma forma, foram colocadas em corpos adultos e a quem foram dadas responsabilidades de adultos. Crescimento não é mais bem avaliado por idade física ou níveis de responsabilidade. Nossa melhor medida de crescimento é nosso estado espiritual, o alicerce de nossa recuperação. Se ainda dependemos de pessoas, lugares e coisas para alcançar uma satisfação interna, como crianças que dependem dos pais para tudo, nós, certamente, temos muito a crescer. Mas, se estamos firmes no alicerce de nosso estado espiritual, considerando que sua manutenção é nossa maior responsabilidade, podemos alegar maturidade. Sobre esta base, nossas oportunidades para crescer são ilimitadas.

Só por hoje: A medida de minha maturidade é proporcional à responsabilidade que assumo pela manutenção de meu estado de espírito. Hoje, esta será minha prioridade.

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