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O Maior Presente

“A nossa fé, recém-descoberta, funciona como uma base firme para termos coragem no futuro.” Texto Básico, p. 107

Quando começamos a ir a reuniões, ouvimos os outros adictos a falar das dádivas que receberam como resultado deste programa, coisas que antes nunca viramos como “dádivas”. Uma delas é a capacidade renovada de sentir as emoções que tínhamos adormecido durante tanto tempo com as drogas. Não é difícil pensar no amor, na alegria e na felicidade como dádivas, mesmo que há muito tempo que não as tenhamos sentido. Mas e então os sentimentos “maus” como a raiva, a tristeza, o medo e a solidão? Essas emoções não podem ser vistas como dádivas, dizemos a nós mesmos. Afinal de contas, como é que podemos estar agradecidos por coisas das quais queremos fugir?! Podemos começar por tornar-nos gratos por essas emoções nas nossas vidas, se as pusermos em perspectiva. Precisamos de nos lembrar de que viemos a acreditar num Poder Superior amantíssimo e de que pedimos a esse Poder para cuidar de nós – e o nosso Poder Superior não comete erros. Os sentimentos que nos são dados, “bons” ou “maus”, são nos dados por uma razão. Com isto presente, apercebemo-nos de que não existem sentimentos “maus”, apenas lições para serem aprendidas. A nossa fé e o carinho do nosso Poder Superior dão-nos a coragem de que precisamos para enfrentar quaisquer sentimentos que possam surgir no dia a dia. Tal como ouvimos no início de recuperação, “O teu Poder Superior não te dá mais do que aquilo com que podes lidar num dia.” E a capacidade de sentir as nossas emoções é uma das maiores dádivas de recuperação.
Só por hoje: Vou tentar aceitar os meus sentimentos, acreditando que tenho a coragem para enfrentar qualquer emoção que possa surgir na minha vida.
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Divertimento

“Em recuperação as nossas noções de divertimento mudam.” Texto Básico, p. 118

Em retrospectiva, muitos de nós apercebem-se de que, quando usavam, as suas ideias de divertimento eram algo estranhas. Alguns de nós arranjavam-se e iam para a discoteca. Dançávamos, bebíamos e tomávamos drogas até de madrugada. Mais do que uma vez, houve lutas que se tornaram violentas. Aquilo a que antes chamávamos divertimento, chamamos agora insanidade. Hoje, o nosso conceito de divertimento mudou. Divertimento é agora para nós um passeio junto ao mar a ver as crianças a brincar enquanto o sol se põe no horizonte. Divertimento é ir a um piquenique de NA ou a um espectáculo de comédia numa convenção de NA. Divertimento é arranjarmo-nos para ir ao jantar e não nos preocuparmos que haja insultos e violência. Pela graça de um Poder Superior e da Irmandade de Narcóticos Anônimos, as nossas ideias de divertimento mudaram radicalmente. Hoje, quando estamos acordados a ver o nascer do sol é geralmente porque nos deitamos cedo na noite anterior, e não por termos estado na discoteca até às seis da manhã, com os olhos inchados de uma noite de uso de drogas. E se isto fosse tudo aquilo que temos recebido de Narcóticos Anônimos, seria já suficiente.
Só por hoje: Vou divertir-me na minha recuperação.
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Auto-aceitação

“Quando nos aceitamos a nós mesmos, podemos aceitar os outros nas nossas vidas, incondicionalmente, provavelmente pela primeira vez.” IP nº 19, A 

Desde as nossas mais remotas recordações, muitos de nós têm a sensação de nunca terem pertencido. Não importa quantas pessoas estivessem à nossa volta, sentíamo-nos sempre à parte. Tínhamos grande dificuldade em nos integrar. No fundo, acreditávamos que se deixássemos realmente, que nos conhecessem, iriamos ser rejeitados. Talvez tenha sido neste clima de egocentrismo que a nossa adicção começou a germinar. Muitos de nós cobriram a dor do isolamento com uma atitude de desafio. Com efeito, dizíamos ao mundo, “Vocês não precisam de mim? Bom, eu também não preciso de nenhum de vocês. Tenho as minhas drogas e posso tomar conta de mim!” Quanto mais a nossa adicção progredia, mais altos eram os muros que construíamos à nossa volta. Esses muros começam a cair quando começamos a encontrar aceitação nos outros adictos em recuperação. Com esta aceitação dos outros, começamos a aprender o importante princípio da auto-aceitação. E quando começamos a aceitar-nos a nós próprios, podemos permitir que outros façam parte das nossas vidas, sem medo de rejeição.
Só por hoje: Eu sou aceite em NA, eu pertenço. Hoje posso com segurança começar a deixar os outros entrarem na minha vida.
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A questão não está só em nos sentirmos bem

“Para nós a recuperação é mais do que apenas prazer.” Texto Básico, p. 50

Na nossa adicção ativa, muitos de nós sabiam exatamente como nos iriam sentir de um dia para o outro. Bastava ler o rótulo da garrafa ou saber o que estava no pacote. Planeávamos os nossos sentimentos, e todos os dias o nosso objectivo era sentirmo-nos bem. Em recuperação, podemos sentir seja o que for de um dia para o outro, até mesmo de um minuto para o outro. De manhã podemos sentir-nos cheios de energia e felizes, e depois à tarde, estranhamente, tristes e em baixo. Dado que já não planeamos de manhã os nossos sentimentos para o dia, podemos acabar por ter sentimentos algo inconvenientes, tais como sentirmo-nos cansados de manhã e acordados quando são horas de nos deitarmos. Claro que há sempre a possibilidade de podermos sentir-nos bem, mas não é essa a questão. Hoje, a nossa principal preocupação não é sentirmo-nos bem, mas aprender a compreender e a lidar com os nossos sentimentos, sejam eles quais forem. Fazemos isto trabalhando os Passos e partilhando os nossos sentimentos com os outros.

Só por hoje: Vou aceitar os meus sentimentos, sejam eles quais forem, tal como são. Vou praticar o programa e aprender a viver com os meus sentimentos.

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Precisamos uns dos outros

“Qualquer pessoa pode juntar-se a nós independentemente da idade, raça, sexo, crença, religião ou falta desta.” Texto Básico, p. 10

A adicção fechou as nossas mentes a tudo aquilo que fosse novo ou diferente. Não precisávamos de nada, nem de ninguém. Não havia nada que valesse a pena descobrir nas pessoas que não fossem do nosso bairro, que fossem de outra raça ou etnia, ou de outra classe social ou económica. Talvez tenhamos pensado que diferente era sinónimo de mau. Em recuperação não podemos dar-nos ao luxo de ter essas atitudes. Viemos para NA porque as nossas melhores ideias não nos levaram a lado nenhum. Devemos abrir as nossas mentes para ver aquilo que funciona, não importa de onde venha, se quisermos crescer na nossa recuperação. Independentemente do meio de onde viemos, todos nós temos duas coisas em comum com os outros membros de NA, que não partilhamos com mais ninguém: a nossa doença e a nossa recuperação. Dependemos uns dos outros pela nossa experiência partilhada – e quanto maior ela for, melhor. Precisamos de todos os bocadinhos de experiência, de todas as diferentes perspectivas do nosso programa que encontramos, para enfrentarmos os muitos desafios de uma vida limpa. A recuperação nem sempre é fácil. É dos nossos amigos de NA que retiramos a força de que necessitamos para recuperar. Hoje, estamos gratos pela diversidade que existe nos nossos grupos, pois é nessa diversidade que encontramos a nossa força.
Só por hoje: Sei que quanto mais diversificada for a experiência do meu grupo, mais capaz ele será de me dar apoio nas diferentes situações que encontrar. Hoje, no meu grupo-base, vou receber adictos de todas as origens.
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Boa vontade

“A boa-vontade é melhor exemplificada através do serviço: Fazer a coisa certa pelo motivo certo.” Texto Básico, p. vii

O egocentrismo encontra-se no centro espiritual da nossa doença. Ao lidarmos com os outros, a única motivação que a nossa adicção nos ensinou foi o egoísmo – nós queríamos o que queríamos, quando queríamos. A obsessão por nós próprios estava bem enraizada nas nossas vidas. Em recuperação, como é que podemos desenraizar essa auto-obsessão? Conseguimos inverter os efeitos da nossa doença ao aplicarmos uns quantos princípios espirituais muito simples. Para contrariar a auto-obsessão da nossa adicção, aprendemos a aplicar o principio da boa-vontade. Em vez de procurarmos servir-nos apenas a nós mesmos, começamos a servir os outros. Em vez de pensarmos apenas naquilo que poderemos lucrar com uma dada situação, aprendemos a pensar primeiro no bem-estar dos outros. Quando enfrentamos uma escolha moral, aprendemos a parar, lembramo-nos de princípios espirituais, e agimos de acordo com eles. À medida que começamos a “fazer as coisas certas pelos motivos certos”, podemos detectar uma mudança em nós. Onde antes éramos governados por vontade própria, somos agora guiados pela nossa boa-vontade para com os outros. O egocentrismo crónico da adicção está a perder a sua influência sobre nós. Estamos a aprender a “aplicar estes princípios em todas as nossas actividades”; estamos a viver na nossa recuperação, e não na nossa doença.
Só por hoje: Onde quer que eu esteja, e o que quer que eu faça, irei procurar servir os outros e não só a mim. Quando me defrontar com um dilema, vou procurar fazer as coisas certas pelos motivos certos.
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Confiar

Só por hoje terei confiança em alguém de NA que acredite em mim e queira ajudar-me na minha recuperação. ” Texto Básico, p. 104

Aprender a confiar é uma proposta arriscada. A nossa experiência passada como adictos no activo ensinou-nos que não podíamos confiar nos nossos companheiros. Mais do que isso, não podíamos confiar em nós próprios. Agora que estamos em recuperação, a confiança é essencial. Precisamos de nos agarrar a alguma coisa em que acreditemos e que nos dê esperança na nossa recuperação. Para alguns de nós, a primeira coisa em que podem confiar é nas palavras de outros membros que partilham em reuniões; sentimos a verdade nas suas palavras. Encontrarmos alguém em quem podemos confiar torna mais fácil pedirmos ajuda. E, à medida que confiamos mais na sua recuperação, aprendemos a também confiar na nossa própria recuperação.
Só por hoje: Vou decidir confiar em alguém. Vou levar essa confiança por diante.
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A escola da recuperação

“Este é um programa de aprendizagem. “ Texto Básico, p. 19

Aprender em recuperação é uma tarefa difícil. As coisas que mais precisamos de saber são, muitas vezes, as mais difíceis de aprender. Estudamos recuperação para nos prepararmos para as experiências que a vida nos dá. À medida que ouvimos os outros partilharem em reuniões, tomamos mentalmente notas que nos servem mais tarde de referência. Para estarmos preparados, estudamos as nossas notas e a literatura entre cada “lição”. Tal como um aluno tem oportunidade de aplicar o seu conhecimento durante os testes, também nós temos oportunidade de aplicar a nossa recuperação durante períodos de crise. Como sempre, temos uma escolha na maneira como vamos encarar os desafios da vida. Podemos temê-los e evitá-los, como se fossem ameaças à nossa serenidade, ou podemos aceitá-los com gratidão, como oportunidades de crescimento. Através da confirmação dos princípios que aprendemos em recuperação, os desafios da vida dão-nos forças redobradas. Sem esses desafios, contudo, poderíamos esquecer aquilo que aprendemos e começar a estagnar. Estas são as oportunidades que nos estimulam para novos despertares espirituais. Vamos descobrir que existe, muitas vezes, um período de descanso após cada crise, dando-nos tempo para nos acostumarmos às nossas novas capacidades. Uma vez que tenhamos reflectido sobre a nossa experiência, somos chamados para partilhar o nosso conhecimento com alguém que esteja a estudar aquilo que acabámos de aprender. Na escola da recuperação, todos nós somos tanto professores como alunos.

Só por hoje: Vou ser um aluno de recuperação. Vou dar as boas-vindas aos desafios, confiando naquilo que aprendi e ansiar por partilhar isso com os outros.

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Meditação do Dia – Narcóticos Anônimos

Faça Aquela Chamada

 

“Temíamos que, se alguma vez revelássemos como éramos de fato, certamente seríamos rejeitados… [Mas] nossos companheiros nos compreendem”

Precisamos de nossos companheiros de NA – sua experiência, sua amizade, seu riso, sua orientação e muito, muito mais. Mesmo assim muitos de nós hesitam em chamar nossos padrinhos ou visitar nossos amigos de NA. Não queremos nos impor a eles. Pensamos em telefonar para alguém, mas não nos sentimos merecedores de seu tempo. Tememos que, caso venham a nos conhecer – realmente nos conhecer – certamente nos rejeitarão. Esquecemos que nossos companheiros de NA são exatamente iguais a nós. Não há nada que tenhamos feito, nenhum lugar a que tenhamos ido ou sentimentos que tenhamos sentido, com que outros adictos em recuperação não sejam capazes de se identificar. Quanto mais deixarmos que os outros nos conheçam, mais iremos ouvir: “Você está no lugar certo. Você está entre amigos. Você faz parte. Bem-vindo!” Também esquecemos que, do mesmo modo que precisamos dos outros, eles precisam de nós. Não somos os únicos que queremos sentir que fazemos parte, que queremos experimentar o calor da amizade, que queremos alguém para compartilhar. Se nos isolamos de nossos companheiros, nós os privamos de algo que eles precisam, algo que só nós podemos dar a eles: nosso tempo, nossa companhia, nosso verdadeiro eu. Em Narcóticos Anônimos, adictos em recuperação se importam uns com os outros. O que esperam do outro lado do telefone não é rejeição, mas amor, calor e identificação da Irmandade de NA. Faça aquela chamada!

 

Só por hoje: Em NA, eu estou entre amigos. Entrarei em contato com os outros, dando e recebendo em irmandade.

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Meditação do dia – Narcóticos Anônimos

Gratidão

“Sou muito grato por ter passado a acreditar”

A crença em um Poder Superior pode fazer toda a diferença quando as coisas vão mal! Quando as coisas não caminham à nossa maneira, em recuperação, nosso padrinho poderá nos orientar a fazer uma “lista de gratidão”. Quando a fizermos, devemos incluir nessa lista nossa fé em um Poder maior que nós Uma das maiores dádivas que recebemos dos Doze Passos é nossa crença em um Deus de nossa própria compreensão. Os Doze Passos nos guiam gentilmente em direção a um despertar espiritual. Assim como nossa adicção progrediu, nossa vida espiritual também se desenvolve com o trabalho do Programa de Narcóticos Anônimos. Os passos são nosso caminho para um relacionamento com o Deus de nossa compreensão. Esse Poder Superior nos dá força quando nossa estrada se torna árdua. Sentimo-nos gratos pelo aprofundamento da relação com um Poder Superior? Lembramo-nos de agradecer a Deus por cada dia limpo, não importando o que tenha acontecido nesse dia? Lembramo-nos, mesmo no mais profundo desespero ou na maior alegria, que Deus de nossa compreensão está conosco? Nossa recuperação é uma dádiva. Uma dádiva que, algumas vezes, tornamos por certa, não dando importância. Cada dia em que permanecemos limpos podemos nos alegrar sob a proteção de nosso Poder Superior.

Só por hoje: Eu sou grato por meu relacionamento com o Poder Superior que cuida de mim.

 

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