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Auto-aceitação

“Quando nos aceitamos a nós mesmos, podemos aceitar os outros nas nossas vidas, incondicionalmente, provavelmente pela primeira vez.” IP nº 19, A 

Desde as nossas mais remotas recordações, muitos de nós têm a sensação de nunca terem pertencido. Não importa quantas pessoas estivessem à nossa volta, sentíamo-nos sempre à parte. Tínhamos grande dificuldade em nos integrar. No fundo, acreditávamos que se deixássemos realmente, que nos conhecessem, iriamos ser rejeitados. Talvez tenha sido neste clima de egocentrismo que a nossa adicção começou a germinar. Muitos de nós cobriram a dor do isolamento com uma atitude de desafio. Com efeito, dizíamos ao mundo, “Vocês não precisam de mim? Bom, eu também não preciso de nenhum de vocês. Tenho as minhas drogas e posso tomar conta de mim!” Quanto mais a nossa adicção progredia, mais altos eram os muros que construíamos à nossa volta. Esses muros começam a cair quando começamos a encontrar aceitação nos outros adictos em recuperação. Com esta aceitação dos outros, começamos a aprender o importante princípio da auto-aceitação. E quando começamos a aceitar-nos a nós próprios, podemos permitir que outros façam parte das nossas vidas, sem medo de rejeição.
Só por hoje: Eu sou aceite em NA, eu pertenço. Hoje posso com segurança começar a deixar os outros entrarem na minha vida.
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A questão não está só em nos sentirmos bem

“Para nós a recuperação é mais do que apenas prazer.” Texto Básico, p. 50

Na nossa adicção ativa, muitos de nós sabiam exatamente como nos iriam sentir de um dia para o outro. Bastava ler o rótulo da garrafa ou saber o que estava no pacote. Planeávamos os nossos sentimentos, e todos os dias o nosso objectivo era sentirmo-nos bem. Em recuperação, podemos sentir seja o que for de um dia para o outro, até mesmo de um minuto para o outro. De manhã podemos sentir-nos cheios de energia e felizes, e depois à tarde, estranhamente, tristes e em baixo. Dado que já não planeamos de manhã os nossos sentimentos para o dia, podemos acabar por ter sentimentos algo inconvenientes, tais como sentirmo-nos cansados de manhã e acordados quando são horas de nos deitarmos. Claro que há sempre a possibilidade de podermos sentir-nos bem, mas não é essa a questão. Hoje, a nossa principal preocupação não é sentirmo-nos bem, mas aprender a compreender e a lidar com os nossos sentimentos, sejam eles quais forem. Fazemos isto trabalhando os Passos e partilhando os nossos sentimentos com os outros.

Só por hoje: Vou aceitar os meus sentimentos, sejam eles quais forem, tal como são. Vou praticar o programa e aprender a viver com os meus sentimentos.

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Precisamos uns dos outros

“Qualquer pessoa pode juntar-se a nós independentemente da idade, raça, sexo, crença, religião ou falta desta.” Texto Básico, p. 10

A adicção fechou as nossas mentes a tudo aquilo que fosse novo ou diferente. Não precisávamos de nada, nem de ninguém. Não havia nada que valesse a pena descobrir nas pessoas que não fossem do nosso bairro, que fossem de outra raça ou etnia, ou de outra classe social ou económica. Talvez tenhamos pensado que diferente era sinónimo de mau. Em recuperação não podemos dar-nos ao luxo de ter essas atitudes. Viemos para NA porque as nossas melhores ideias não nos levaram a lado nenhum. Devemos abrir as nossas mentes para ver aquilo que funciona, não importa de onde venha, se quisermos crescer na nossa recuperação. Independentemente do meio de onde viemos, todos nós temos duas coisas em comum com os outros membros de NA, que não partilhamos com mais ninguém: a nossa doença e a nossa recuperação. Dependemos uns dos outros pela nossa experiência partilhada – e quanto maior ela for, melhor. Precisamos de todos os bocadinhos de experiência, de todas as diferentes perspectivas do nosso programa que encontramos, para enfrentarmos os muitos desafios de uma vida limpa. A recuperação nem sempre é fácil. É dos nossos amigos de NA que retiramos a força de que necessitamos para recuperar. Hoje, estamos gratos pela diversidade que existe nos nossos grupos, pois é nessa diversidade que encontramos a nossa força.
Só por hoje: Sei que quanto mais diversificada for a experiência do meu grupo, mais capaz ele será de me dar apoio nas diferentes situações que encontrar. Hoje, no meu grupo-base, vou receber adictos de todas as origens.
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Boa vontade

“A boa-vontade é melhor exemplificada através do serviço: Fazer a coisa certa pelo motivo certo.” Texto Básico, p. vii

O egocentrismo encontra-se no centro espiritual da nossa doença. Ao lidarmos com os outros, a única motivação que a nossa adicção nos ensinou foi o egoísmo – nós queríamos o que queríamos, quando queríamos. A obsessão por nós próprios estava bem enraizada nas nossas vidas. Em recuperação, como é que podemos desenraizar essa auto-obsessão? Conseguimos inverter os efeitos da nossa doença ao aplicarmos uns quantos princípios espirituais muito simples. Para contrariar a auto-obsessão da nossa adicção, aprendemos a aplicar o principio da boa-vontade. Em vez de procurarmos servir-nos apenas a nós mesmos, começamos a servir os outros. Em vez de pensarmos apenas naquilo que poderemos lucrar com uma dada situação, aprendemos a pensar primeiro no bem-estar dos outros. Quando enfrentamos uma escolha moral, aprendemos a parar, lembramo-nos de princípios espirituais, e agimos de acordo com eles. À medida que começamos a “fazer as coisas certas pelos motivos certos”, podemos detectar uma mudança em nós. Onde antes éramos governados por vontade própria, somos agora guiados pela nossa boa-vontade para com os outros. O egocentrismo crónico da adicção está a perder a sua influência sobre nós. Estamos a aprender a “aplicar estes princípios em todas as nossas actividades”; estamos a viver na nossa recuperação, e não na nossa doença.
Só por hoje: Onde quer que eu esteja, e o que quer que eu faça, irei procurar servir os outros e não só a mim. Quando me defrontar com um dilema, vou procurar fazer as coisas certas pelos motivos certos.
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Confiar

Só por hoje terei confiança em alguém de NA que acredite em mim e queira ajudar-me na minha recuperação. ” Texto Básico, p. 104

Aprender a confiar é uma proposta arriscada. A nossa experiência passada como adictos no activo ensinou-nos que não podíamos confiar nos nossos companheiros. Mais do que isso, não podíamos confiar em nós próprios. Agora que estamos em recuperação, a confiança é essencial. Precisamos de nos agarrar a alguma coisa em que acreditemos e que nos dê esperança na nossa recuperação. Para alguns de nós, a primeira coisa em que podem confiar é nas palavras de outros membros que partilham em reuniões; sentimos a verdade nas suas palavras. Encontrarmos alguém em quem podemos confiar torna mais fácil pedirmos ajuda. E, à medida que confiamos mais na sua recuperação, aprendemos a também confiar na nossa própria recuperação.
Só por hoje: Vou decidir confiar em alguém. Vou levar essa confiança por diante.
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Partilhar com os outros

“Devemos dar livremente e com gratidão aquilo que livremente e com gratidão foi dado a nós. ” Texto Básico, p. 56
Em recuperação, recebemos muitas dádivas. Uma delas talvez seja o despertar espiritual que começa quando paramos de usar, ficando mais forte com cada dia em que aplicamos os passos nas nossas vidas. A nova centelha de vida dentro de nós é um resultado directo da nossa nova relação com um Poder Superior, uma relação iniciada e desenvolvida através da vivência os Doze Passos. Devagar, à medida que prosseguimos no nosso programa, a luz da recuperação dissipa a escuridão da nossa doença. Uma das formas de expressarmos a nossa gratidão pelas dádivas de recuperação é ajudarmos outros a descobrirem aquilo que nós descobrimos. Podemos fazer isso de várias maneiras: partilhando em reuniões, fazendo Décimos-Segundos Passos; aceitando um compromisso de apadrinhamento; ou voluntariando-nos para servir em H&I ou na linha telefónica. A vida espiritual que nos foi dada em recuperação precisa de se expressar, pois “só conservamos aquilo que temos se o partilharmos!”
Só por hoje: A dádiva de recuperação cresce quando a partilho. Vou procurar alguém com quem a partilhar.
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Do isolamento ao envolvimento

“A nossa doença isolava-nos… Hostis, ressentidos, egocêntricos e egoístas, afastavam-nos do mundo e da sociedade. ” Texto Básico, p. 4

A adicção é uma doença que nos isola, que nos separa da sociedade, da família, e de nós mesmos. Escondemo-nos. Mentimos. Desprezámos as vidas que víamos os outros a viver, certamente fora do nosso alcance. Pior que tudo, dizíamos a nós mesmos que não havia nada de errado connosco, mesmo sabendo que estávamos desesperadamente doentes. O nosso contato com o mundo, e com a realidade em si, estava quebrado. As nossas vidas tinham perdido o sentido, e nós afastámo-nos cada vez mais da realidade. O programa de NA foi especialmente concebido para pessoas como nós. Ajuda-nos a retomarmos o contacto com a vida que era suposto vivermos, tirando-nos do nosso isolamento. Paramos de mentir a nós mesmos sobre a nossa condição; admitimos a nossa impotência e o desgoverno das nossas vidas. Desenvolvemos a fé de que as nossas vidas podem melhorar, de que a recuperação é possível, e de que a felicidade não está permanentemente fora do nosso alcance. Tornamo-nos honestos; paramos de nos esconder; “aparecemos e dizemos a verdade”, aconteça o que acontecer. E à medida que o fazemos, estabelecemos os laços que ligam as nossas vidas individuais à vida maior que nos rodeia. Nós, adictos, não precisamos de viver vidas de isolamento. Os Doze Passos podem restituir-nos o contacto com a vida – se nós os trabalharmos.

Só por hoje: Eu sou parte da vida que me rodeia. Vou praticar o meu programa para fortalecer o meu contacto com o meu mundo.

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Meditação do Dia – Narcóticos Anônimos

Despertar Espiritual

Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passo.

“Como saberei que tive um despertar espiritual?” Para muitos de nós o despertar espiritual vem gradualmente. Talvez nossa primeira consciência espiritual seja tão simples quanto uma nova valorização da vida. Um dia, de repente, podemos perceber o som de pássaros cantando de manhã cedo. A simples beleza de uma flor pode nos lembrar que há um Poder maior do que nós trabalhando à nossa volta.

Só por hoje: Eu vou refletir sobre cada despertar espiritual que experimentei. Buscarei estar consciente de Deus. Dedicarei algum tempo do dia para apreciar o trabalho de meu Poder Superior.

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Meditação do Dia – Narcóticos Anônimos

Crescendo

“Nosso estado espiritual é o alicerce de uma recuperação bem sucedida, que oferece crescimento ilimitado”.

Quando nossos membros comemoram seus aniversários de recuperação, eles dizem, frequentemente, que “cresceram” em NA. Bom, pensamos então, o que isto quer dizer? Começamos a nos questionar se já somos adultos. Examinamos nossas vidas e verificamos que todas as armadilhas da vida adulta estão lá: talões de cheques, filhos, emprego, responsabilidades. No entanto, internamente, quase sempre nos sentimos como crianças. Em grande parte do tempo, a vida ainda nos deixa confusos. Nem sempre sabemos como agir. Algumas vezes, ainda nos perguntamos se somos realmente adultos, ou se somos crianças que, de alguma forma, foram colocadas em corpos adultos e a quem foram dadas responsabilidades de adultos. Crescimento não é mais bem avaliado por idade física ou níveis de responsabilidade. Nossa melhor medida de crescimento é nosso estado espiritual, o alicerce de nossa recuperação. Se ainda dependemos de pessoas, lugares e coisas para alcançar uma satisfação interna, como crianças que dependem dos pais para tudo, nós, certamente, temos muito a crescer. Mas, se estamos firmes no alicerce de nosso estado espiritual, considerando que sua manutenção é nossa maior responsabilidade, podemos alegar maturidade. Sobre esta base, nossas oportunidades para crescer são ilimitadas.

Só por hoje: A medida de minha maturidade é proporcional à responsabilidade que assumo pela manutenção de meu estado de espírito. Hoje, esta será minha prioridade.

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