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Doenças assossiadas

Realizamos o diagnóstico e o tratamento de possíveis comorbidades, que são patologias relacionadas à dependência, pré-existentes ou desenvolvidos com o uso de substâncias psicoativas que podem ser problemas psíquicos ou clínicos como: depressão, bipolaridade, manias, fobias, transtornos, hiperatividade, entre outros.

As comorbidades foram caracterizadas em 3 classes:

  • Comorbidade Patogênica: quando um determinado distúrbio leva ao aparecimento de outro, e ambos podem ser etiologicamente relacionados;
  • Comorbidade Diagnóstica: dois ou mais transtornos cujos critérios diagnósticos se baseiam em sintomas não específicos;
  • Comorbidade Prognóstica: quando a combinação de 2 transtornos facilita o aparecimento de um terceiro, como por exemplo, a maior chance de que um paciente com diagnóstico de depressão e ansiedade venha a apresentar o abuso ou dependência de álcool e drogas.

Muitos casos de recaídas ou insucesso nos tratamentos, principalmente naqueles realizados sem um acompanhamento médico e terapêutico adequado, estão relacionados ao não tratamento dessas comorbidades. Por essa razão, mantemos médicos psiquiatras para o acompanhamento e tratamento de eventuais comorbidades.

A incidência de comorbidade de abuso ou dependência de substancias e transtornos mentais graves parece estar aumentando. Tal fenômeno tem sido atribuído ao aumento e disponibilidade de álcool e drogas na população geral.

Estudos demonstram que pacientes com comorbidade, principalmente aqueles com transtornos psiquiátricos graves, apresentam maiores taxas de agressividade, detenção por atos ilegais, suicídio, recaídas, gastos com tratamento, falta de moradia, re-internações, têm maiores períodos de hospitalização e utilizam mais os serviços médicos.


 

O Tratamento:

A melhora do quadro psiquiátrico em conjunto com o abuso de substâncias está associada a uma evolução favorável dessa última, reduzindo o risco de recaída e aumentando a qualidade de vida do paciente. O manejo da crise aguda deve ser feito tanto por uma equipe multidisciplinar, quanto por terapia individual. O tratamento integrado deve considerar os seguintes itens:

  • O uso de farmacoterapia para o tratamento do transtorno psiquiátrico, desintoxicação e fase inicial de recuperação, de prevenção de recaída
  • Usar técnicas psicossociais para aumentar a motivação, auxiliar na resolução de problemas e no manejo de situações difíceis.
  • Apoio psiquiátrico para o controle de sintomas psicóticos, mania e depressivos com ou sem risco de suicídio.